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5 de mai. de 2025

Frankenstein ou o prometeu moderno - Eu odeio o Victor

Hello Sweet's, como vocês estão? 
Pela primeira vez em muito tempo, eu não sei o que escrever na introdução, parece que não aconteceu nada na minha vida nesses últimos tempos e por isso eu não tenho nada para falar. Acho que a coisa mais relevante que eu poso dizer é que eu entrei no Gym Rats, mas novamente, não é algo muito interessante a se dizer. Acho que estou tão empolgada para essa postagem que por isso eu estou com essa sensação de: ai, não tem anda para falar, vou pular direto para a postagem! 

Na verdade, lembrei de algo que posso comentar, Jesus eu estou em uma ansiedade que não é minha, eu apliquei para uma vaga em um escritório que viso a muito tempo, as chances de eu não conseguir entrar no escritório são bem pequenas (nesse setor em especifico), mas não tive nenhum retorno até então, e eu sei o motivo, o arquiteto responsável não está nem no estado, mas mesmo assim eu estou como? Roendo as unhas e a ansiedade a mil. É bem complicado. Agora vamos para a resenha.


16 de abr. de 2025

Ser um camaleão é uma dádiva







Poder transitar entre mundos, vestir diferentes linguagens, fazer parte de grupos distintos sem perder o eixo. Há quem veja isso como instabilidade, mas será que se adaptar é sinônimo de se anular? Talvez ser camaleão seja, na verdade, uma forma sofisticada de sobrevivência, de sensibilidade, de escuta. É saber quando silenciar e quando se colocar, quando pertencer e quando observar. É ter a habilidade rara de ser ponte — entre pessoas, entre ideias, entre espaços.
Não significa ausência de identidade, mas uma identidade tão firme que não precisa provar nada para ninguém.
No fim, o camaleão não se perde: ele se reinventa. E nisso existe força.

7 de mar. de 2025

A Vida Começa Onde a Zona de Conforto Termina

Vivemos no automático. Acordamos no mesmo horário, seguimos as mesmas rotinas, encontramos as mesmas pessoas. Os desafios, embora existam, são previsíveis, nada de ruim acontece, mas nada de novo, tudo parece estar sob controle, seguindo o fluxo do rio sem obstáculos, e então surge aquela pergunta incômoda: "É só isso que a vida tem a oferecer?"

A sociedade nos ensina a buscar segurança, a nos acomodar dentro da zona de conforto. É mais fácil assim: sem surpresas, sem riscos, sem medo, mas será que esse "conforto" é realmente algo bom? Não. O crescimento nunca acontece onde há estagnação, só evoluímos quando nos permitimos sair do espaço seguro que criamos, enfrentando o desconhecido, desafiando nossos limites, nos permitindo errar.

Mas será que entendemos, de fato, como a zona de conforto age sobre nós? Ela não é apenas um lugar físico, mas um estado psicológico, um espaço onde seguimos padrões conhecidos, onde nos protegemos de frustrações e incertezas. Aos poucos, essa falsa sensação de segurança se torna uma prisão invisível. O problema é que, quanto mais tempo permanecemos nela, mais nos limitamos, deixamos de aprender, de experimentar, de crescer. O medo de errar nos impede de tentar — e, sem tentar, nunca descobrimos do que realmente somos capazes.

Sair da zona de conforto é desafiador, mas é também uma das decisões mais transformadoras que podemos tomar, quando nos abrimos para o novo, começamos a enxergar oportunidades que antes nem imaginávamos. Descobrimos habilidades que jamais sonhamos ter, a insegurança dá lugar à autoconfiança e a vida, antes previsível, ganha cor, propósito e movimento. Mas como fazer isso? Não é necessário dar um salto radical, pequenos passos já podem mudar tudo. Experimentar um prato diferente, iniciar uma conversa com um desconhecido, dizer "sim" para algo que antes assustava. Se perguntar: "O que de pior pode acontecer?" e perceber que o medo era maior do que a realidade.

E se der errado? Ótimo. Fracassos e frustrações fazem parte do caminho, são eles que nos tornam mais fortes, afinal, não somos aqueles que admiramos — somos nós mesmos, com nossa própria história, desafios e aprendizados. E a verdade é que, se as pessoas que nos inspiram tivessem se mantido em sua zona de conforto, elas não estariam onde estão.

Sair da zona de conforto não é sobre mudar completamente de vida da noite para o dia, é sobre se desafiar, aos poucos, a crescer, é sobre perceber que o medo do desconhecido não é um inimigo — ele pode ser um sinal de que estamos prestes a evoluir.

Então, a pergunta que fica é: qual é o próximo passo que você pode dar hoje?



22 de jan. de 2025

25 objetivos para se fazer antes dos 25 anos em 2025.

Olá Sweet’s! Feliz natal e feliz ano novo! 
Olha, eu sei. Prometi que manteria uma constância nas postagens e que, pelo menos, escreveria algo a cada 15 dias, bom, pelo menos eu prometi para mim mesma. No fim, não consegui cumprir isso como imaginei. Para ser honesta, só fiz duas postagens, na época, eu estava finalizando meu TCC I e, sim, realmente acreditava que conseguiria postar mais e até mesmo sentir menos pressão após a entrega, mas, na realidade, tudo ficou ainda mais difícil. Finalizar o trabalho de conclusão foi um desafio enorme.

Agora, já formada, prometo que vou tentar de novo, quero trazer um pouco de tudo da minha vida: arquitetura, hobbys, comida, vlogs, filmes, kpop e por aí vai. 
Talvez semana que vem eu volte com um pequeno vlog, ou falando um pouco da faculdade, mostrando alguns dos projetos que fiz ou compartilhando como foi a experiência de cursar Arquitetura e Urbanismo. Já tenho várias ideias para futuros posts e, admito, estou bem animada para que vocês leiam e curtam tanto quanto eu.

Bom, vamos falar sobre o título desse post, admito que me diverti muito com o trocadilho (modéstia à parte), mas, no fim, ele é bem autoexplicativo, fiz 24 anos no fim do ano passado, faço 25 agora em 2025, e decidi compartilhar alguns objetivos para este ano. Assim, posso revisitá-los no futuro e ver o que consegui realizar. Vamos lá!

7 de jun. de 2024

Olá, de novo + playlist mensal.

Oi, Sweet’s! Como estão? Eu me chamo Gabi e estou um pouco enferrujada. Fiquei mais de cinco anos sem escrever em um blog e, em uma noite de insônia enquanto escutava "Test Drive (Epic Orchestra)", me lembrei dos momentos em que escrevia para o Babado Fantasma (2012-2013) e Old Diamond / Free Slow (2013-2016) e isso me trouxe uma sensação de nostalgia e saudade.

Admito que fiz uma pesquisa para ver como estavam os blogs que eu acompanhava, fiquei feliz ao ver que alguns ainda estão ativos e que a comunidade ainda vive, com novas tendências e mentalidades, o que me animou tanto que decidi deixar o TCC de lado por um mês para focar na aparência do blog. Com a ajuda de um programador (também conhecido como mozão) e passeando por blogs como Garota no Mundo HTML e Bunny Crazy, consegui preparar tudo.

Enfim, eu queria falar de outros assuntos, mas não acho que seja o foco agora. O foco é dizer oi, contar que voltei e compartilhar um pouco da minha história, mas no próximo post, eu vou surtar com Manhwa!